Menina e Moça

Menina e Moça Bernardim Ribeiro Vila De Torr O , S Culo XV , Antes De 1557 Colaborou No Cancioneiro Geral 1516 De Garcia De Resende Mas, Pouco Se Conhece Com Exactid O Da Sua Vida Como Poeta, Considerado O Iniciador Do Bucolismo Em Portugal Uma Das Suas Mais Famosas Composi Es A Novela, Incompleta, Menina E Mo A , De Ndole Sentimental, Onde A Natureza Surge Como Causadora Do Estado De Alma Atitude Rom Ntica Quatro S Culos Antes Do Romantismo A Obra Foi Editada Pela Primeira Vez Em 1554, Em It Lia, Pelo Portugu S Abra O Usque Posteriormente, Seria Editada Em Vora, Em 1557, Por Andr De Burgos, E Na Alemanha, Dois Anos Mais Tarde, Pelo Impressor Arnold Birckman. Acredito que o valor desta obra com aproximadamente cinco s culos inestim vel Uma das preciosidades da nossa bel ssima cultura portuguesa Somos um pa s pequenino, mas com uma grande riqueza hist rico liter ria Muito mais que a
Eu tentei ler isto tal e qual como me foi recomendado devagar devagarinho O portugu s de Bernardim de uma poca em que ainda n o existia gram tica definida mas, estranhamente, f cil de compreender, tirando uma ou duas coisas Isto mostra o g nio que era, sem d vida nenhuma.Sobre a hist ria em si n o gostei nadinha, o excesso de tristeza e dramatiza o chateou me bastante e perdi a conta do n mero de vezes que li a frase ai, coitada de mim Dou tr s estrelas por isto ser um cl ssico da Eu tentei
H uns anos uma professora disse me que isto era chato Na altura n o dei import ncia, mas quando descobri o livro em casa, decidi ler para ter a minha pr pria opini o.N o entendo esta hist ria parece um conjunto de lamentos sem fim e nada mais Tenho de reler daqui a uns anos a
Publicado em 1554 provavelmente escrito v rios anos antes , Hist ria da Menina e Mo a a primeira obra de romance pastoril escrita e passada na Peninsula Ib rica Bernandim Ribeiro um escritor marcante que ter sido respons vel pela introdu o do boculismo e das sextinas na l ngua portuguesa Em Bernardim escreve Jorge de Sena a melancolia mergulha no mais cruciante desespero, raiando pelo desvario de um fatalismo her tico, muito diferente da anarquia her ica do lirismo camo Publicado em 1554 provavelmente escrito v rios anos antes , Hist ria da Menina e Mo a a primeira obra de romance pastoril escrita e passada na Peninsula Ib rica Bernandim Ribeiro um escritor marcante que ter sido respons vel pela introdu o do boculismo e das sextinas na l ngua portuguesa Em Bernardim escreve Jorge de Sena a melancolia mergulha no mais cruciante desespero, raiando pelo desvario de um fatalismo her tico, muito diferente da anarquia her ica do lirismo camoneano.Na segunda edi o, com os seus acrescentos a obra tamb m retitulada como Saudades , apesar de hoje em dia o livro ser conhecido simplesmente como Menina e Mo a Esta sem d vidas, uma narra o imergida do sentimento intraduz vel da saudade , exceptuando talvez,
complicado querer estar naquele momento e naquele lugar uma obra demasiado temporal, boa para ler por curiosidade ou obriga o N o suscita prazer Parece a Casa dos Segredos dos tempos antigos O mais estranho aceitar a voz feminina do narrador Um livro imposs vel de ler caso n o se tenha conhecimento hist rico Daqui a um ano ou dois posso mudar de opini o, acredito que a interioriza o dos bons livros demora algum tempo mais do que a leitura E que com a maturidade intelectual complicado querer estar naquele momento e naquele lugar uma obra demasiado temporal, boa para ler por curiosidade ou obriga o N o suscita prazer Parece a Casa dos Segredos dos tempos antigos O mais estranho aceitar a voz feminina do narrador Um livro
ao principio achava que n o iria gostar devido ao portugu s arcaico presente no livro, no entanto quando comecei a l lo e apanhei o jeito h coisa pode se disser que foi um dos livros que mais gostei, devido ao dif cil enredo presente e ta
neste momento da leitura direi que o livro parece prometer no que diz respeito h intriga, no entanto temos que admitir que poucos s o os que conseguem escrever de forma melanc lica e triste como B.R que nos d de forma es
N o gostei mesmo nada de ler este livro, muito provavelmente por ser escrito na linguagem antiga, quase que acabei por n o entender nada do livro. preciso ser j bastante demente para se louvar toda esta psicose buc lica e sentimentalista, e todo este fatalismo animista e depressivo. O facto de estar escrito em portugu s arcaico faz com que de a pegar nele Mas n o por isso que n o estou interessada nesta famosa obra Para quando ser lida, n o sei.